Editor Mario N I
PACIÊNCIA - A CIÊNCIA DA PAZ
Mario Nigri Iampolschi
Queremos resultados imediatos, regamos as sementes, e arrancamos a planta antes do seu florescimento.
Se não temos paciência, nós começamos uma prática, e paramos, achando que já estamos bem, depois o sofrimento volta, pois ele só desceu para a consciência armazen, estava repousando, aguardando condições favoráveis para seu reaparecimento nos tirando de novo do caminho que planejamos , ele é o próprio obstáculo ao nosso crescimento, a Plena Atenção na vida cotidiana nos ajuda a estarmos conscientes também a esse processo.
Se não temos paciência, nós começamos uma prática, e paramos, achando que já estamos bem, depois o sofrimento volta, pois ele só desceu para a consciência armazen, estava repousando, aguardando condições favoráveis para seu reaparecimento nos tirando de novo do caminho que planejamos , ele é o próprio obstáculo ao nosso crescimento, a Plena Atenção na vida cotidiana nos ajuda a estarmos conscientes também a esse processo.
Quanto mais consciente você estiver , mais você avança no seu caminho.
MENTE ALERTA
O Mestre Thich Nhat Han nos ensina que a mente é como nossa sala de visitas, as vezes recebemos convidados indesejáveis, se brigamos com eles, eles ficarão para um longo bate-boca, mas se os tratarmos com serenidade e indiferença, eles irão embora rapidamente.
Nós também podemos convidar a felicidade, alegria, tranquilidade, amor e os servir com as melhores iguarias de nossa dispensa, com nosso bom humor, nossa paz, para tentar mantê-los o maior tempo possível conosco e se ainda assim eles disserem que estão indo, nos podemos lhes oferecer um "ultimo cafezinho".
Há três tipos de sentimentos — agradáveis, desagradáveis e neutros. Quando temos um sentimento desagradável, podemos querer afastá-lo. O mais eficaz é voltar à nossa respiração consciente e apenas observá-lo, identificando-o em silêncio para nós mesmos. "Inspirando, sei que há um sentimento desagradável em mim. Expirando, sei que há um sentimento desagradável em mim." Chamar o sentimento pelo seu nome,"raiva", "tristeza", "alegria" ou "felicidade", nos ajuda a identificá-lo com clareza e reconhecê-lo em maior profundidade. Podemos usar nossa respiração para entrar em contato com nossos sentimentos e aceitá-los. Se nossa respiração for leve e tranquila — resultado natural da respiração consciente — nossa mente e nosso corpo irão lentamente se tornando leves, tranquilos e claros. E da mesma forma nossos sentimentos. A observação plenamente consciente se baseia no princípio da "não-dualidade": nosso sentimento não está separado de nós nem foi causado apenas por algo externo a nós.
Se encararmos nossos sentimentos desagradáveis com cuidado, afeição e não-violência, podemos transformá-los naquele tipo de energia que é saudável e que tem a capacidade de nos nutrir. Através da observação consciente, nossos sentimentos desagradáveis podem ser muito esclarecedores para nós, proporcionando-nos revelações e compreensão a respeito de nós mesmos e da nossa sociedade.
O terceiro passo é o de acalmar o sentimento. Como a consciência plena está cuidando bem do seu medo, ele começa a acalmar-se. "Inspirando, acalmo as atividades do corpo e da mente." Você acalma seu sentimento só por estar com ele, como uma mãe segurando ternamente o filhinho que chora. Ao sentir a ternura da mãe, o neném se acalma e para de chorar. A mãe é sua mente alerta, nascida das profundezas da sua consciência, e ela tratará do sentimento da dor.
DOENÇA/SINTOMA
POSOLOGIA
TRATAMENTO
POSOLOGIA
HORA DA PRÁTICA
Eu proponho nesta quinzena praticarmos o Viver em Paz : durante o dia vamos vivenciar o ultimo tratamento acima citado, em nossa vida cotidiana, desacelerando nossa mente e nossos pensamentos e sentimentos perturbadores, os que vem da consciência armazen e do modo como enxergarmos a vida. Cada um de nós enxergamos de forma particular: uns acham a vida perigosa e sofrida e pensam até em suicídio, outros curtem a vida de forma plena, mesmos os mais otimistas estão sujeitos ao sofrimento, a impermanência e a insatisfatoriedade leis ensinadas pelo Buda que são comuns a todos os seres humanos.
O RIO DE SENTIMENTOS
Texto: Thich Nhat han
Nossos sentimentos desempenham um papel muito importante por dirigirem todos os nossos pensamentos reações. Existe em nós um rio de sentimentos, no qual cada gota d'água é um sentimento diferente e cada um depende de todos os outros para sua existência. Para observar esse rio, sentamo-nos à sua margem e identificamos cada sentimento à medida que ele vem à tona, passa por nós e desaparece.
Há três tipos de sentimentos — agradáveis, desagradáveis e neutros. Quando temos um sentimento desagradável, podemos querer afastá-lo. O mais eficaz é voltar à nossa respiração consciente e apenas observá-lo, identificando-o em silêncio para nós mesmos. "Inspirando, sei que há um sentimento desagradável em mim. Expirando, sei que há um sentimento desagradável em mim." Chamar o sentimento pelo seu nome,"raiva", "tristeza", "alegria" ou "felicidade", nos ajuda a identificá-lo com clareza e reconhecê-lo em maior profundidade. Podemos usar nossa respiração para entrar em contato com nossos sentimentos e aceitá-los. Se nossa respiração for leve e tranquila — resultado natural da respiração consciente — nossa mente e nosso corpo irão lentamente se tornando leves, tranquilos e claros. E da mesma forma nossos sentimentos. A observação plenamente consciente se baseia no princípio da "não-dualidade": nosso sentimento não está separado de nós nem foi causado apenas por algo externo a nós.
Nosso sentimento é nosso eu, e temporariamente nós somos esse sentimento. Não submergimos nesse sentimento, nem nos aterrorizamos com ele, tampouco o rejeitamos.Nossa atitude de não nos agarrarmos aos nossos sentimentos e de tampouco rejeitá-los é a atitude de desapego,uma parte vital da prática da meditação.
Se encararmos nossos sentimentos desagradáveis com cuidado, afeição e não-violência, podemos transformá-los naquele tipo de energia que é saudável e que tem a capacidade de nos nutrir. Através da observação consciente, nossos sentimentos desagradáveis podem ser muito esclarecedores para nós, proporcionando-nos revelações e compreensão a respeito de nós mesmos e da nossa sociedade.
Não cirurgia
A medicina ocidental dá ênfase demais à cirurgia. Os médicos querem eliminar o que não for desejável. Quando temos algum distúrbio no corpo, eles muitas vezes nos aconselham uma operação. O mesmo parece se aplicar à psicoterapia.
A medicina ocidental dá ênfase demais à cirurgia. Os médicos querem eliminar o que não for desejável. Quando temos algum distúrbio no corpo, eles muitas vezes nos aconselham uma operação. O mesmo parece se aplicar à psicoterapia.
Os terapeutas pretendem nos ajudar a descartar o que é indesejável e manter somente o que é desejável. Mas o que sobra pode não ser muito. Se tentarmos nos livrar do que não queremos, podemos nos livrar da maior parte de nós mesmos.
Em vez de agir como se pudéssemos nos desfazer de partes de nós mesmos, deveríamos aprender a arte da transformação. Podemos transformar nossa raiva, por exemplo, em algo mais salutar, como a compreensão. Não precisamos de cirurgia para eliminar nossa raiva.
Em vez de agir como se pudéssemos nos desfazer de partes de nós mesmos, deveríamos aprender a arte da transformação. Podemos transformar nossa raiva, por exemplo, em algo mais salutar, como a compreensão. Não precisamos de cirurgia para eliminar nossa raiva.
Se nos enfurecermos com nossa raiva, teremos duas raivas ao mesmo tempo. Devemos apenas observá-la com amor e atenção. Se cuidarmos da nossa raiva dessa forma, sem tentar fugir dela, ela se transformará. E uma pacificação. Se estivermos em paz em nosso íntimo, poderemos aceitar nossa raiva. E possível tratar a depressão, a ansiedade, o medo ou qualquer sentimento desagradável dessa mesma forma.
Transformando os sentimentos
O primeiro passo ao lidar com os sentimentos é reconhecer cada sentimento no instante em que surge. O meio para isso é a plena consciência. No caso do medo, por exemplo, você recorre à plena consciência, olha para o medo e o reconhece como medo. Você sabe que o medo brotou de você mesmo e que a plena consciência também brotou de você mesmo. Os dois estão em você, não em luta, mas um cuidando do outro. O segundo passo consiste em se tornar uno como sentimento. Melhor não dizer, "Vá embora, Medo. Não gosto devocê. Você não é eu." Muito mais eficaz é dizer, "Oi, Medo. Como é que você está hoje?" Em seguida, você pode estimular esses seus dois aspectos, a plena consciência e o medo, a se cumprimentarem como amigos e a se unirem.
Isso pode parecer assustador, mas, como você já sabe que você é mais do que seu medo, não é preciso se amedrontar. Desde que sua mente esteja alerta, ela fará companhia ao seu medo.
A prática fundamental é nutrir a plena consciência com a respiração consciente, para mantê-la alerta, cheia de vida e força. Embora no inicio sua plena consciência possa não ser muito potente, se você a alimentar, ela se tornará mais forte. Contanto que a sua consciência esteja plena e presente, você não será submerso pelo medo. Na realidade, você começará transformá-lo no exato instante em que dentro de si der à luz a percepção.
O terceiro passo é o de acalmar o sentimento. Como a consciência plena está cuidando bem do seu medo, ele começa a acalmar-se. "Inspirando, acalmo as atividades do corpo e da mente." Você acalma seu sentimento só por estar com ele, como uma mãe segurando ternamente o filhinho que chora. Ao sentir a ternura da mãe, o neném se acalma e para de chorar. A mãe é sua mente alerta, nascida das profundezas da sua consciência, e ela tratará do sentimento da dor.
A mãe que segura o bebê forma uma unidade com ele. Se a mãe estiver pensando em outras coisas, a criancinha não se acalmará. A mãe tem de abandonar as outras coisas e apenas segurar seu filhinho. Por isso, não evite seusentimento.
Não diga, "Você não é importante. Você é só um sentimento." Passe a formar uma unidade com ele. Você pode dizer, "Expirando, acalmo meu medo."
O quarto passo é largar o sentimento, soltá-lo. Graças à sua calma, você está à vontade, mesmo em meio ao medo; e sabe que esse medo não vai crescer e se transformar em algo esmagador. Quando você se descobre capaz de tomar conta do seu medo, ele já está reduzido a um mínimo, tornando-se mais brando e menos desagradável. Agora você pode sorrir para ele e deixá-lo partir, mas por favor não pare por aqui. Acalmar e largar um sentimento são apenas curas para os sintomas. Você agora tem a oportunidade de se aprofundar e trabalhar na transformadão da raiz do seu medo.
O quinto passo é olhar profundamente. Você examina em profundidade o seu bebê — seu sentimento de medo — para ver o que está errado, mesmo depois que o bebê parou de chorar, mesmo depois que o medo se foi. E impossível segurar uma criança no colo o tempo todo. Por isso, você deve examiná-la para ver a causa do que está errado. Com esse exame, você verá o que o ajudará a começar a transformar o sentimento. Você perceberá, por exemplo, que seu sofrimento tem muitas causas, internas e externas ao seu corpo. Se há algo de errado em volta dele, se você conserta a situação, com carinho e cuidado, ele se sentirá melhor. Ao examinar seu bebê, você verá os elementos que o estão fazendo chorar. Ao vê-los, você saberá o que fazer e o que não fazer para transformar o sentimento e se sentir livre.
Esse processo é semelhante ao da psicoterapia. Em companhia do paciente, o terapeuta observa a natureza da dor. Muitas vezes, o terapeuta pode revelar causas de sofrimento que se originam da forma pela qual o paciente encara a vida, das opiniões que ele tem sobre si mesmo, sobre a sua cultura e o mundo em geral. O terapeuta examina esses pontos de vista e essas opiniões com o paciente, e juntos eles colaboram para libertá-lo daquele tipo de prisão em que estava. No entanto, o esforço do paciente é crucial. O professor deve trazer à luz o professor que existe dentro do aluno; e o psicoterapeuta deve trazer à luz o psicoterapeuta que está no íntimo do seu paciente. O "psicoterapeuta interno" do paciente poderá então trabalhar em tempo integral de uma forma muito eficaz.
O terapeuta não trata do paciente simplesmente lhe repassando um outro conjunto de opiniões. Ele tenta ajudar o paciente a perceber que tipos de ideias e de crenças levaram ao seu sofrimento. Muitos pacientes querem se ver livres dos sentimentos dolorosos, mas não querem se livrar das opiniões, dos pontos de vista que são as verdadeiras raízes dos seus sentimentos. Portanto, o terapeuta e o paciente têm que trabalhar juntos para ajudar o paciente a ver as coisas como elas são.
O quarto passo é largar o sentimento, soltá-lo. Graças à sua calma, você está à vontade, mesmo em meio ao medo; e sabe que esse medo não vai crescer e se transformar em algo esmagador. Quando você se descobre capaz de tomar conta do seu medo, ele já está reduzido a um mínimo, tornando-se mais brando e menos desagradável. Agora você pode sorrir para ele e deixá-lo partir, mas por favor não pare por aqui. Acalmar e largar um sentimento são apenas curas para os sintomas. Você agora tem a oportunidade de se aprofundar e trabalhar na transformadão da raiz do seu medo.
O quinto passo é olhar profundamente. Você examina em profundidade o seu bebê — seu sentimento de medo — para ver o que está errado, mesmo depois que o bebê parou de chorar, mesmo depois que o medo se foi. E impossível segurar uma criança no colo o tempo todo. Por isso, você deve examiná-la para ver a causa do que está errado. Com esse exame, você verá o que o ajudará a começar a transformar o sentimento. Você perceberá, por exemplo, que seu sofrimento tem muitas causas, internas e externas ao seu corpo. Se há algo de errado em volta dele, se você conserta a situação, com carinho e cuidado, ele se sentirá melhor. Ao examinar seu bebê, você verá os elementos que o estão fazendo chorar. Ao vê-los, você saberá o que fazer e o que não fazer para transformar o sentimento e se sentir livre.
Esse processo é semelhante ao da psicoterapia. Em companhia do paciente, o terapeuta observa a natureza da dor. Muitas vezes, o terapeuta pode revelar causas de sofrimento que se originam da forma pela qual o paciente encara a vida, das opiniões que ele tem sobre si mesmo, sobre a sua cultura e o mundo em geral. O terapeuta examina esses pontos de vista e essas opiniões com o paciente, e juntos eles colaboram para libertá-lo daquele tipo de prisão em que estava. No entanto, o esforço do paciente é crucial. O professor deve trazer à luz o professor que existe dentro do aluno; e o psicoterapeuta deve trazer à luz o psicoterapeuta que está no íntimo do seu paciente. O "psicoterapeuta interno" do paciente poderá então trabalhar em tempo integral de uma forma muito eficaz.
O terapeuta não trata do paciente simplesmente lhe repassando um outro conjunto de opiniões. Ele tenta ajudar o paciente a perceber que tipos de ideias e de crenças levaram ao seu sofrimento. Muitos pacientes querem se ver livres dos sentimentos dolorosos, mas não querem se livrar das opiniões, dos pontos de vista que são as verdadeiras raízes dos seus sentimentos. Portanto, o terapeuta e o paciente têm que trabalhar juntos para ajudar o paciente a ver as coisas como elas são.
O mesmo vale para quando recorremos à plena consciência para transformar nossos sentimentos. Depois de reconhecermos o sentimento, de nos tornarmos unos com ele, de o acalmarmos e de o largarmos, podemos examinar suas causas em profundidade. Elas muitas vezes se baseiam em percepções incorretas. Assim que compreendemos as causas e a natureza dos nossos sentimentos, eles começam a se transformar.
Na 6ª Edição, falamos sobre o inconsciente : "se eu não quero chorar e sei que não devo chorar perante determinada situação mas não consigo deixar de o fazer, significa que o inconsciente está a dominar." É assim que o inconsciente nos domina, e para não sermos refém dele praticamos a Plena Atenção Consciente.
A Plena Atenção na respiração e nos movimentos do corpo é um Dínamo da nossa Consciência, sabemos que o dínamo transforma energia mecânica em elétrica, quando colocado na roda da bicicleta aciona o farol, enquanto estamos praticando a Plena Atenção, nós geramos a Energia da Consciência.
Se você está Consciente já está no controle não precisa tentar controlar o futuro pois você age no momento presente de forma consciente, você já faz o que precisa ser feito pra ter sucesso no futuro, pois o futuro é construído no presente, no Budismo a nossa Consciência é é também gerada pela Plena Atenção, respiramos conscientemente e nos movemos assim também, bem como ficamos atentos as nossas emoções, sentimentos, sensassões, em fim tudo que se passa dentro de nós.
DOUTOR ZEN
Acordar de madrugada e ficar pensando nos problemas da vida.
TRATAMENTO :
INSPIRANDO UM - EXPIRANDO DOIS (lembrando que o tempo da metalização é o mesmo da frase), Vá até dez depois retorne em ordem decrescente até um.
2º - Continuem apenas utilizando os mantras EXPIRANDO-INSPIRANDO sem a contagem numérica.
3º - Se a mente já estiver mais tranquila fiquem apenas respirando conscientemente sem os mantras, essa respiração traz de novo o momento presente e deve ser vivenciada no dia-a-dia para gerarmos Consciência em nossa vida diária.
POSOLOGIA
Usar até os sintomas desaparecerem.
DOENÇA/SINTOMA
Mente perturbada e ansiosa durante o dia.
TRATAMENTO
Concentrem toda a atenção na mente, imaginem e sintam que suas ondas cerebrais vão desacelerando a medida que vocês mantém a atenção.
POSOLOGIA
Esse tratamento não possui contra-indicações portanto pode ser usado mesmo em nas atividades cotidianas, quanto mais tempo permanecerem com ele, mais calma e tranquila fica a mente, e a visão da vida se torna mais clara e objetiva.
HORA DA PRÁTICA
Eu proponho nesta quinzena praticarmos o Viver em Paz : durante o dia vamos vivenciar o ultimo tratamento acima citado, em nossa vida cotidiana, desacelerando nossa mente e nossos pensamentos e sentimentos perturbadores, os que vem da consciência armazen e do modo como enxergarmos a vida. Cada um de nós enxergamos de forma particular: uns acham a vida perigosa e sofrida e pensam até em suicídio, outros curtem a vida de forma plena, mesmos os mais otimistas estão sujeitos ao sofrimento, a impermanência e a insatisfatoriedade leis ensinadas pelo Buda que são comuns a todos os seres humanos.
Durante essa quinzena vamos procurar fazer nossas atividades diárias com a Mente Alerta, conforme o Mestre Thich Nhat Han ensina , desaceleramos e prestamos mais atenção ao que estivermos fazendo com mais calma e atenção gerando assim um estado relaxante, usamos também a respiração mais lenta um pouco junto com nossas atividades e quando estivermos parados, numa fila de supermercado, aguardando um ônibus, assistindo TV, etc. integramos a Meditação Dinâmica a nossa vida cotidiana, gerando a assim a Paz e tranquilidade.
Até a próxima Edição,

NAMASTÊ !
NAMASTÊ !

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